Novo curso arranca em setembro com 20 vagas.
As alterações climáticas, os conflitos internacionais, as migrações, a crise da habitação ou o impacto da inteligência artificial são desafios que já não podem ser compreendidos a partir de uma única área do conhecimento. Foi a pensar nesta realidade que a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCSH) criou a nova Licenciatura em Ciências Sociais, que arranca no próximo ano letivo (2026/2027) e com uma vantagem: decorre integralmente em regime pós-laboral.
Com 20 vagas disponíveis para a primeira edição, o curso dirige-se a estudantes que pretendem conciliar a formação superior com a atividade profissional e propõe uma abordagem interdisciplinar que cruza Sociologia, Antropologia, Geografia, Ciência Política e Relações Internacionais, História e Filosofia, sempre articuladas com metodologias de investigação e tecnologias digitais.
Sob o mote “Do global ao local, da sociedade ao território e do presente à memória”, a licenciatura pretende formar profissionais capazes de compreender fenómenos complexos, analisar diferentes perspetivas e encontrar respostas para alguns dos principais desafios das sociedades contemporâneas.
“A nova Licenciatura em Ciências Sociais da NOVA FCSH é uma resposta muito importante para estudantes que têm interesses múltiplos e que querem explorar diferentes abordagens ao mundo contemporâneo. Uma das suas principais forças é a interdisciplinaridade: envolvendo seis departamentos, permite cruzar diferentes áreas do conhecimento e desenvolver competências diversificadas, críticas e aplicadas. O facto de funcionar em regime pós-laboral é igualmente fundamental, porque permite chegar a estudantes que trabalham durante o dia e que, de outro modo, poderiam ficar afastados do ensino superior”, afirma Leonor Medeiros, Subdiretora Adjunta da NOVA FCSH para a Gestão Curricular.
Ao longo da licenciatura, os estudantes irão desenvolver competências para analisar questões relacionadas com o ambiente, o território, a educação, o desenvolvimento, as desigualdades sociais, as relações internacionais ou as transformações digitais, preparando-se para atuar em contextos onde a compreensão integrada da realidade é cada vez mais valorizada.
Os diplomados poderão exercer funções na administração pública, autarquias, empresas, organizações do terceiro setor, organismos internacionais, instituições culturais ou centros de investigação, entre outros setores que exigem capacidade de análise crítica, pensamento interdisciplinar e compreensão dos fenómenos sociais.
