Num setor onde a margem para o erro é, literalmente, zero, Portugal tem um nome que é hoje uma referência de engenharia de alta fiabilidade: Controlar.
Num mercado cada vez mais marcado pela complexidade crescente dos programas aeroespaciais, pela integração de eletrónica e software avançado, por requisitos rigorosos de cibersegurança e por enquadramentos regulatórios em constante evolução, a empresa nortenha soube transformar-se: de fornecedor de teste e automação a parceiro de pleno direito em engenharia, validação e integração de sistemas críticos.
Longe de se limitar ao fornecimento de equipamentos standard, a Controlar desenvolve ecossistemas completos, desde a fase de conceito à manutenção ao longo do ciclo de vida, concebidos para responder às exigências mais rigorosas da aviação e defesa mundial. Rastreabilidade, repetibilidade e conformidade regulatória são os pilares de cada projeto. É este ADN de precisão que lhe permite sentar-se à mesa com gigantes como a Airbus, a Lockheed Martin e a Dassault.
O portfólio de referências fala por si. Para o Airbus A400M, a Controlar, através da sua subsidiária espanhola, desenvolveu sistemas de teste para linhas de montagem final, incluindo racks de interligação e ferramentas de validação de subsistemas. No programa de patrulha marítima P-3 Orion da Lockheed, entregou soluções de treino e apoio à missão: estações de pilotagem, consolas e rigs de integração. No domínio dos sistemas não tripulados, contribuiu para o programa Neuron UAV com estações de controlo terrestre e consolas de comando. A lista continua com o CASA C-295, o helicóptero Tiger e sistemas de defesa antimíssil como o SM-3 e o SM-6.

A projeção internacional da empresa estende-se ao espaço. A Controlar desenvolveu sistemas de aquisição de dados de alta velocidade para o programa Meteosat Third Generation, da Agência Espacial Europeia (ESA), e participa ativamente em iniciativas de I&D ao abrigo do programa Horizon 2020, posicionando-se na fronteira da inovação em digitalização, automação e cibersegurança aeroespacial. Esta solidez técnica é certificada. A empresa detém a EN 9100 para gestão da qualidade aeroespacial e a ISO 27001 para segurança da informação, e os seus engenheiros acumulam certificações avançadas em plataformas National Instruments, como LabVIEW, TestStand e CompactRIO, tecnologias de referência no desenvolvimento de sistemas de teste automatizado.
Para além da execução de projetos, a Controlar disponibiliza gestão de programa estruturada, instalação global, comissionamento e suporte técnico no terreno, garantindo que os sistemas permanecem operacionais e otimizados em ambientes de missão crítica. Num momento em que Portugal afirma a sua posição no radar da indústria aeroespacial, a Controlar é prova de que é possível competir (e vencer) nos programas mais exigentes do planeta, a partir de Portugal.

