Há mais de quatro décadas que o restaurante Rogério do Redondo faz da cozinha tradicional portuguesa a sua imagem de marca. Liderado por Rogério Sá, este espaço emblemático do Porto conquista diferentes gerações com uma gastronomia assente na qualidade dos produtos, nos sabores autênticos e numa hospitalidade que transforma cada refeição numa experiência de regresso às origens.
Desde 1985, o Rogério do Redondo é uma referência incontornável da restauração portuense. À frente do restaurante está Rogério Sá, um nome que se tornou sinónimo de cozinha tradicional portuguesa e de um conceito que define como “um espaço democrático”, onde todos encontram lugar à mesa e uma oferta capaz de responder aos mais diversos gostos.

A ementa percorre o melhor da gastronomia nacional, da petinga ao cabrito, passando pela lagosta, sempre com uma preocupação constante pela qualidade da matéria-prima. O peixe fresco da costa portuguesa e os produtos adquiridos localmente, de norte a sul do país, são a base de uma cozinha que privilegia os sabores genuínos e que continua a fidelizar clientes há várias décadas.
Entre os pratos mais procurados destacam-se os filetes de pescada com arroz malandro de feijão e grelos, preparados diariamente com pescada fresca. O cabrito, os rojões, a vitela assada e o tradicional cozido à portuguesa ocupam igualmente um lugar de destaque, a par de especialidades sazonais como a lampreia e o sável.
Nas sobremesas, o Matateus assume o protagonismo. Este bolo típico, confecionado com massa folhada, chila, amêndoa e coco, é uma das especialidades da casa, acompanhado por outras propostas como a Canilha, o pudim e a fruta da época.
Mais do que pela gastronomia, o Rogério do Redondo distingue-se pela relação de proximidade com quem o visita. As mesas enchem-se diariamente de clientes habituais e de famílias que regressam geração após geração, num ambiente marcado pela confiança, pela simpatia e pela hospitalidade da equipa.
Para Rogério Sá, o segredo está na dedicação. “Os bons restaurantes de cozinha tradicional portuguesa têm uma cara associada, pessoas apaixonadas pela sua profissão”, afirma. E é com a mesma paixão que encara o futuro, resumindo a sua ligação ao restaurante numa frase que espelha uma vida inteira dedicada à restauração: “Futuro? Eu espero morrer no restaurante.”

