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Inspirada no carisma de Santa Paula Frassinetti e coordenada pelas Irmãs Doroteias, a Obra Social Paulo VI surgiu em 1976 com as valências de Creche, Jardim-de-Infância e Atividades de Tempos Livres. Hoje, a instituição distingue-se por promover uma educação integral, pautando-se por uma oferta pedagógica inovadora e de qualidade, que acompanha de uma forma individualizada cada criança e família.

Foi em 1976 que abriu portas a Obra Social Paulo VI, criada com a missão de educar crianças e suas famílias e para responder às necessidades da população carenciada do Lumiar, em Lisboa. Hoje, a Obra Social Paulo VI é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), com as valências de Creche e Jardim de Infância. Coordenada pela Congregação e alicerçada nos princípios fundadores de Paula Frassinetti, a Obra Social Paulo VI desenvolve uma pedagogia assente na marca educativa das Irmãs Doroteias: simplicidade, espírito de família e espírito de serviço. “Procuramos ter uma prática educativa renovada, inovadora, criativa, diferenciada, tendo em vista o modo de educar e a intuição pedagógica de Santa Paula Frassinetti”, começa por explicar a Irmã Anabela Pereira, Diretora da IP-SS. Em parceria com as famílias e em trabalho multidisciplinar a instituição procura criar dinâmicas capazes de desenvolver nas crianças competências que conduzam à aquisição de valores cristãos, cultivando o acolhimento, a solidariedade, a verdade e a simplicidade, promovendo a participação da criança e as relações interpessoais, o cuidado da natureza e a educação para a interioridade.

Enquanto centro educativo das Irmãs Doroteias, a Obra Social Paulo VI promove uma educação integral, pautando-se por uma oferta pedagógica inovadora e de qualidade. “A vivência do espírito de família faz com que orientemos a nossa ação educativa para cada criança, como ser único e irrepetível, com a sua história e envolvência próprias”, esclarece.

A Obra Social Paulo VI destaca-se também pela prática de uma pedagogia centrada nos interesses das crianças e nas suas aprendizagens. Para isso, aposta em experiências chave para o seu desenvolvimento, valorizando o sentido estético e a criatividade. “Damos primazia à escuta ativa das crianças para que a ação seja projetada de acordo com os seus interesses, apliados através do desenvolvimento de projetos e de contextos desafiadores”. A Obra Social Paulo VI procura, desta forma, que as crianças acedam a múltiplas ferramentas expressivas, através de várias linguagens, como é o caso das artes visuais, da dança ou da música, que se encontram integradas no currículo e na rotina da instituição. “Acreditamos assim estar a contribuir para o desenvolvimento de competências fundamentais para a construção de seres humanos mais completos e inteiros”.

A Obra Social Paulo VI afirma-se, a cada dia, uma escola virada para o futuro. Por essa razão procura manter-se atualizada e responder aos desafios de hoje, investigando, estudando e experimentando novas práticas e abordagens pedagógicas inovadoras. “Temos vindo a desenvolver um estreito trabalho em rede com os outros Centros Educativos das Irmãs Doroteias no âmbito do projeto de inovação pedagógica Bússola 21, no qual têm sido desenvolvidos vários projetos e experiências pedagógicas muito significativos”.

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