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Foi fundado em 1878 por Paula Frassinetti e é uma das propriedades da Congregação das Irmãs de Santa Doroteia. A atualidade pedagógica do Instituto S. José, hoje localizado na cidade de Vila do Conde, ainda reflete os “mandamentos” da sua precursora, nomeadamente “o espírito da família, de simplicidade e de serviço, a firmeza e a suavidade”, como conta a Irmã Josefina Pires, Diretora Geral da instituição, à Mais Magazine.

Desabrochou como uma flor para “educar segundo a pedagogia do evangelho”, destacando-se das demais ofertas formativas pelo seu “modo de ser, agir e de relacionar-se”. A proposta educacional do Instituto S. José é “sustentada por uma tradição de referência na comunidade local”, criando oportunidades para que os estudantes “explorem, observem, experimentem, formulem questões, investiguem e encontrem as respostas, sendo os co-construtores das suas aprendizagens”. Assim, os alunos conseguem “desenvolver várias competências” e “serem protagonistas da própria vida e agentes de transformação da realidade”, tal como refere a Irmã Josefina Pires.

“Educar bem é transformar o mundo e conduzi-lo à verdadeira vida”. Este pensamento difundido pela voz de Paula Frassinetti ainda é repercutido na educação desta instituição e “no perfil de Ser Humano que queremos ajudar a construir”, através do “espírito de família, de simplicidade e de serviço, a firmeza e a suavidade.” A Diretora Geral desta instituição afirma que as crianças e jovens da sociedade do século XXI têm um percurso marcado “pelas rápidas mudanças, a imprevisibilidade e, acima de tudo, a dificuldade no encontro de cada um consigo próprio”. Por isso, “pregam aos quatro ventos” “um clima de autoconfiança, afetividade, autoconhecimento mediante experiências diversificadas, em rotinas e sessões que possam guiar “à relação e ao encontro consigo mesmo, com os outros e com a natureza, numa abertura à transcendência.”

Atualmente o instituto, “atento às necessidades da população”, está presente em três etapas de ensino: creche, jardim de infância e centro de atividades de tempos livres para crianças e jovens, desde o 1º até ao 3º ciclo. E em todos os patamares, neste teatro que é a vida escolar, a família tem um papel principal, em prol dos interesses das crianças, para “alargar interações” e “ enriquecer o processo educativo”. A irmã Josefina Pires confessa-nos que o intuito dessa simbiose é estabelecer “com as famílias uma relação de proximidade, atenção, confiança e parceria permanente”.

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