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Desde o ano passado Portugal conta com uma nova empresa dedicada à sustentabilidade oceânica – a blueOASIS. Com avançado know-how e vários anos de experiência internacional, a startup assume o compromisso de apoiar os seus clientes em projetos sustentáveis!

A blueOASIS é uma empresa de investigação e consultoria, fundada em outubro de 2021. Desde então assume o compromisso de “tornar o mundo verde e os oceanos azuis”. Formada por um conjunto de engenheiros e biólogos amantes do mar e preocupados com a sustentabilidade dos oceanos, a blueOASIS alia esses valores, aos de alta qualidade, precisão, pontualidade e eficiência, característicos dos países do Norte da Europa. Vários dos seus colaboradores que aí trabalharam, trouxeram igualmente o know-how e experiência na área das energias renováveis, aquacultura, limpeza dos oceanos, acústica submarina e indústria naval. “Em Portugal a investigação nestas áreas é feita, principalmente, em instituições financiadas publicamente, algo afastadas da indústria, ou menos ágeis. O mesmo não acontece no Norte da Europa ou nos Estados Unidos, onde há empresas que fazem consultoria e investigação técnica para solucionar problemas práticos, e que são rentáveis independentemente de fundos públicos”, começa por explicar o CEO da empresa, Guilherme Beleza Vaz.

A blueOASIS assume como principal missão fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras de Energia Renovável Offshore, Limpeza Oceânica, Acústica Submarina e Navegação Limpa. “Ajudamos os tecnólogos a ter sistemas de energia e transportes mais robustos, rentáveis, baratos, menos ruidosos e menos poluidores. Assim, não só impulsionamos a transição energética, como fazemos os próprios sistemas mais sustentáveis”, explica.

“Encontrar novas soluções para velhos problemas” é o grande lema da blueOASIS que aposta em abordagens modernas da Indústria 4.0 de forma aberta e colaborativa. “Parar de inovar é morrer. Para uma empresa de investigação aplicada, estudar, colaborar com experts internacionais, publicar, adotar novos modelos e ferramentas é crucial para a sua sobrevivência”, assume. Assim, os três links da Indústria 4.0 – Big-Data, Inteligência Artificial (IA) e Computação de Alta performance (HPC) – têm um papel fundamental na blueOASIS. “Não podemos usar só modelos antigos baseados em equações e princípios clássicos, temos também de utilizar as novas oportunidades que a ubiquidade dos sensores, dados, comunicações e IA nos possibilitam”, afirma o CEO.

Constituída por uma equipa jovem, mas com muitos anos de experiência, a blueOASIS destaca-se por ser uma empresa multicultural e além-fronteiras que aposta, simultaneamente, em colaborações com diversas universidades e institutos mundiais. Para Guilherme Beleza Vaz “ter colaboradores alemães, franceses, brasileiros, holandeses e portugueses é uma combinação cultural e de know-how interessante, quiçá imbatível”. Esta valência, aliada aos seus parceiros internacionais faz com que a pequena startup tenha, cada vez mais, um carácter global.

Portugal acolhe, este ano, pela primeira vez a Conferência sobre os Oceanos das Nações Unidas. Para Guilherme Beleza Vaz, os mais recentes acontecimentos vieram reforçar a importância de diminuir o nosso impacto no planeta e alertar para os limites da globalização, e de trabalhar na nossa defesa. “Está na hora de colocar mãos à obra: temos de ter mais energia renovável; transportes menos poluentes; consumir mais produtos locais/europeus e usar o mar como plataforma de defesa. Nós, portugueses, temos obrigatoriamente de nos virar ainda mais para o mar (como há 500-600 anos) e utilizá-lo de uma maneira sustentável, pois com ele podemos resolver todos os problemas atuais: energia, transporte, alimentação e segurança”, elucida. A blueOASIS cá estará, para ajudar nesta transição “de um planeta terra castanho para um planeta azul e verde”.

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