
Carlos Brandão, presidente da ESHTE, revela à Mais Magazine os pilares que fazem da instituição uma referência no ensino superior em turismo, hotelaria e restauração, abordando estratégias de internacionalização e anunciando o futuro ensino em língua inglesa.
Quais as características que fazem da ESHTE uma instituição de referência no panorama do ensino superior em Portugal?
A ESHTE nasceu em 1991, como primeira instituição de ensino superior nas áreas de turismo, hotelaria e restauração em Portugal, e tem sido pioneira nas distintas área de interesse relacionadas com o turismo ao longo das últimas décadas. Apresentamos uma constante capacidade de adaptação à realidade, antecipando as tendências e evoluindo para dar sempre resposta às necessidades de um mercado cada vez mais global e em constante evolução. A Escola está inserida numa região com forte tradição no turismo, no eixo turístico Lisboa/Cascais/Sintra, beneficiando de uma belíssima localização geográfica, no Estoril, e de uma forte ligação ao setor. Entre outros pontos, destaco a nossa estratégia de estágios, nos segundo e terceiros anos das licenciaturas, que permite a criação de ligações muito fortes com o mercado, gerando consideráveis mais-valias para os estudantes e para a instituição.
O que a ESHTE tem para oferecer aos seus alunos em termos de formação? E quanto às instalações, o que nos pode destacar?
Assumimos um papel central no ensino e na investigação nas áreas de turismo, hotelaria e restauração, aumentando e atualizando regularmente a nossa oferta formativa, tanto ao nível dos primeiros ciclos, como ao dos mestrados e formação avançada. Apostamos num ensino com pendor aplicado que é muito valorizado pelo mercado. Todos os nossos cursos estão perfeitamente alinhados com as necessidades do mercado e essa estratégia traduz-se em elevadíssimas taxas de empregabilidade para os nossos finalistas. A ESHTE dispõe de instalações com boas condições para o ensino aplicado, ministrando aulas práticas muito interessantes na área da restauração, hotelaria e gastronomia assim como do turismo e gestão do lazer, aliadas a uma localização estratégica.
No ano letivo 2023/2024, a ESHTE registou um aumento de 25% nos estágios internacionais de estudantes de hotelaria e turismo. Qual a importância deste marco para a instituição?
É um sinal de reconhecimento do valor da Escola, que se tem assumido progressivamente como uma instituição de ensino de referência não só nos mercados nacionais, mas também nos internacionais. A abertura de novos mercados é importante para os futuros licenciados e para a instituição, demonstrando claramente que a estratégia de internacionalização da ESHTE está a dar frutos. Lidando com um mercado cada vez mais global, a partilha de conhecimento e de experiências internacionais assume particular relevância. Recentemente, criamos a delegação portuguesa do Science and Cooking World Congress (SCWC), o mais prestigiado fórum internacional de gastronomia científica, que conta com 27 polos em todo o mundo.
Quais são os principais planos e expectativas da ESHTE para o futuro?
Continuamos determinados a resolver definitivamente a questão das instalações da ESHTE, visando proporcionar as melhores condições a estudantes, docentes e funcionários. Estamos igualmente apostados em manter a qualidade de ensino que nos caracteriza, encontrando-se a decorrer a reformulação dos nossos cursos. Continuaremos a investir na internacionalização e iremos avançar num futuro próximo para o ensino em língua inglesa.
