: 17 de Abril, 2026 Redação:: Comentários: 0

Natália do Espírito Santo, Diretora Geral da Atlântica – Instituto Universitário e da ESSATLA, em entrevista à Mais Magazine, sublinha a aposta numa formação de excelência, próxima do tecido empresarial e orientada para preparar os estudantes para os desafios de um mercado de trabalho global e em constante transformação.

Como define a filosofia educativa da ATLÂNTICA e quais são os princípios que orientam a formação dos estudantes?

Com 30 anos de compromisso pela qualidade no ensino superior, o objetivo da Atlântica – Instituto Universitário continua a ser o de marcar a diferença no ensino universitário em Portugal, apostando numa oferta educativa de referência e fortemente ligada ao mundo empresarial.

De que forma a ATLÂNTICA procura preparar os seus estudantes para enfrentar os desafios do mercado de trabalho, tanto a nível nacional como internacional?

Os nossos planos curriculares estão fortemente orientados para o desenvolvimento de competências práticas, alinhando a formação académica com as necessidades reais do mercado de trabalho. Paralelamente, apostamos na promoção de parcerias que incentivam à integração dos estudantes no mercado de trabalho ou que potenciem carreiras de investigação. As nossas Licenciaturas em Engenharia Aeronáutica ou Engenharia Mecânica são um exemplo da importância de parcerias estratégicas com players da indústria. Nos últimos anos potenciámos várias sinergias, como com as companhias aéreas Portugália e TAP, com as OGMA e a ANAC, que têm o propósito de formar profissionais altamente qualificados nestas áreas. Estes protocolos não só potenciam a realização de estágios verdadeiramente transformadores no percurso académico dos estudantes, como aceleram oportunidades futuras. Um outro exemplo que gostaria de destacar está relacionado com a nossa Licenciatura em Ciências da Nutrição. No final do ano passado celebrámos uma parceria com a Bettery LifeLab, que vai permitir que os nossos estudantes e docentes tenham acesso a tecnologia de ponta dentro do nosso campus, assim como a dados reais e investigação experimental. A colaboração promove o desenvolvimento de projetos de investigação aplicada, aproximando a academia da indústria e consolidando o posicionamento da Atlântica como instituição de referência na área da Nutrição. O Laboratório será inaugurado muito em breve.

Natália do Espírito Santo, Diretora Geral da Atlântica – Instituto Universitário e da Essatla

Sobre a ESSATLA – quais são as principais áreas de especialização que oferece?

A ESSATLA – Escola Superior de Saúde Atlântica foi criada em 2001, tendo como missão formar profissionais de saúde preparados para os desafios do presente e do futuro, integrando excelência científica, inovação pedagógica e um forte compromisso com a qualidade, a segurança e a humanização dos cuidados. A formação na ESSATLA articula conhecimento, prática e tecnologia, incorporando a inteligência artificial, a simulação clínica e metodologias digitais avançadas, ao mesmo tempo que envolve os estudantes em múltiplos projetos de investigação e de intervenção com a comunidade, onde podem aprender, inovar e gerar impacto real na saúde das pessoas. Alimentando-se deste espírito de inovação e de alinhamento entre conhecimento académico e contributo real no mercado de trabalho, a ESSATLA apresenta mais de duas dezenas de cursos, entre Licenciaturas, Mestrados e Pós-Graduações. A pensar já no próximo ano letivo, anunciamos aquele que será o primeiro Mestrado em Osteopatia do país. Esta nova oferta educativa sublinha a aposta numa área que ganha cada vez mais credibilidade e relevância dentro da área dos cuidados de saúde, na qual a ESSATLA quer ser líder e parceiro reconhecido.

Novos Mestrados também em Fisioterapia e em Enfermagem de Saúde Familiar.

Além destas formações emergentes, a nossa aposta diferencia-se, mais uma vez, pela vertente prática. A nossa Clínica Universitária, além de servir de elo de proximidade com a comunidade – que pode realizar várias consultas com valores mais acessíveis –, permite a aplicação prática, em contexto real e junto do utente, do conhecimento académico que é lecionado, sempre com a supervisão dos docentes.