: 12 de Janeiro, 2026 Redação:: Comentários: 0

Ângela Lemos, presidente do Politécnico de Setúbal, foi eleita vice-presidente Conselho Coordenador e fará também parte do novo elenco da Comissão Permanente da instituição, composta pelos congéneres de Lisboa, Santarém e Bragança, além de Luís Loures, líder do CCISP e do politécnico de Portalegre.

Ângela Lemos, presidente do Politécnico de Setúbal, é a nova vice-presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. A eleição, por unanimidade, decorreu na última quinta-feira, na sede do CCISP, em Lisboa, num plenário que designou também os novos vogais da Comissão Permanente da instituição: António Belo, João Moutão e Orlando Rodrigues, presidentes dos institutos politécnicos de Lisboa, Santarém e Bragança, respetivamente.

Os novos eleitos completam, assim, o elenco da Comissão Permanente do CCISP, de que fazia já parte, por inerência, o presidente em funções da entidade máxima que representa a realidade universitária politécnica portuguesa, Luís Loures, presidente do Politécnico de Portalegre.

Doutorada em Educação, Ângela Lemos tem um percurso de quase 30 anos de carreira docente, que teve início na Escola Superior de Educação (ESE/IP de Setúbal), unidade orgânica que dirigiu entre 2016 e 2018. No IPS desempenhou vários outros cargos ao nível da gestão organizacional, como o de vice-presidente para os Assuntos Académicos, Inovação Pedagógica e Comunicação, que vinha exercendo desde 2018, até à sua tomada de posse como presidente do IPS, em 2022.

Durante os próximos dois anos de mandato, caberá a Ângela Lemos coadjuvar o trabalho do presidente do CCISP.

A Comissão Permanente do CCISP, recorde-se, é o órgão que gere os assuntos correntes da instituição, representa os politécnicos junto da tutela, emite pareceres sobre legislação, harmoniza processos, promove a cooperação entre instituições e atua na aprovação de júris para concursos docentes e no reconhecimento de qualificações de professores do ensino politécnico. É, pois, um elo vital para a melhoria do ensino universitário politécnico em Portugal, conforme estabelecido nos seus estatutos e regimento.