{"id":9473,"date":"2024-04-25T07:00:00","date_gmt":"2024-04-25T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/maismagazine.pt\/?p=9473"},"modified":"2024-04-22T16:10:13","modified_gmt":"2024-04-22T15:10:13","slug":"35-anos-de-luta-pelos-direitos-dos-enfermeiros-portugueses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/maismagazine.pt\/index.php\/2024\/04\/25\/35-anos-de-luta-pelos-direitos-dos-enfermeiros-portugueses\/","title":{"rendered":"35 anos de luta pelos direitos dos enfermeiros portugueses"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O <a href=\"https:\/\/www.sep.org.pt\/\">SEP<\/a> (Sindicato dos Enfermeiros Portugueses) \u00e9 uma for\u00e7a sindicalista que h\u00e1 35 anos que luta diariamente pelos direitos do setor da enfermagem em Portugal. Guadalupe Sim\u00f5es, dirigente nacional do SEP, aborda \u00e0 Mais Magazine as principais reivindica\u00e7\u00f5es do setor e o papel dos sindicatos como \u201cmotores de progresso\u201d na constru\u00e7\u00e3o de uma \u201csociedade mais justa em que a todos \u00e9 oferecido igualdade de oportunidades\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais os objetivos que levaram \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do SEP, h\u00e1 35 anos atr\u00e1s?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o do sindicato dos enfermeiros da zona sul em sindicato nacional, no caso o sindicato dos enfermeiros portugueses, decorreu de uma exig\u00eancia por parte dos enfermeiros das regi\u00f5es norte e centro, descontentes com o sindicalismo promovido pelos sindicatos das respetivas regi\u00f5es. \u00c0 data discutia-se, para al\u00e9m da valoriza\u00e7\u00e3o da carreira, a integra\u00e7\u00e3o do ensino de enfermagem no ensino superior e o regulamento do exerc\u00edcio profissional dos enfermeiros. No essencial, foi o que motivou a mobiliza\u00e7\u00e3o dos enfermeiros. Face a isto, em Assembleia Geral, os s\u00f3cios do Sindicato dos Enfermeiros da Regi\u00e3o Sul e A\u00e7ores decidiu acompanhar a exig\u00eancia daqueles enfermeiros e alargou o \u00e2mbito para nacional, tendo sido criado o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Importa esclarecer que ap\u00f3s o 25 de Abril de 1974, os sindicatos de enfermagem estavam organizados por regi\u00f5es, sendo que o Sindicato dos Enfermeiros da Regi\u00e3o Sul inclu\u00eda a regi\u00e3o dos A\u00e7ores e, a Madeira tinha e continua a ter um sindicato.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>De que forma o SEP defende os direitos dos enfermeiros portugueses? Quais as medidas e programas postos em marcha neste sentido?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde sempre pugnamos por fazer um sindicalismo de proximidade, raz\u00e3o pela qual para n\u00f3s \u00e9 importante ter delegados sindicais em todas as institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, seja no setor p\u00fablico, seja no privado ou social. S\u00f3 conhecendo a realidade e os problemas concretos podemos desenvolver uma interven\u00e7\u00e3o que pode ser s\u00f3 do foro sindical ou, caso necess\u00e1rio, do contencioso. A elei\u00e7\u00e3o de delegados sindicais \u00e9 um continuum n\u00e3o s\u00f3 porque existem problemas que teimam em n\u00e3o se resolver, como a car\u00eancia de enfermeiros, e decorrente disto a desregulamenta\u00e7\u00e3o dos hor\u00e1rios de trabalho que \u00e9 hoje um dos maiores problemas reportados pelos enfermeiros, independentemente do setor onde trabalhem.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1008\" height=\"756\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/NAC-Dia-Mundial-da-Saude-05042024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9482\" style=\"aspect-ratio:1.3333333333333333;width:455px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/NAC-Dia-Mundial-da-Saude-05042024.jpg 1008w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/NAC-Dia-Mundial-da-Saude-05042024-300x225.jpg 300w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/NAC-Dia-Mundial-da-Saude-05042024-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Atualmente, quais as principais reivindica\u00e7\u00f5es do setor?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o da Carreira de Enfermagem no setor p\u00fablico e a valoriza\u00e7\u00e3o dos contratos coletivos de trabalho nos setores privado e social. No caso da carreira no setor p\u00fablico, repor a paridade com a carreira t\u00e9cnica superior da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e outras do setor da sa\u00fade \u00e9 agora uma absoluta prioridade. Em paralelo, a admiss\u00e3o de mais enfermeiros. Os milh\u00f5es de horas extraordin\u00e1rias que os enfermeiros s\u00e3o obrigados a fazer todos os anos tornou-se insustent\u00e1vel precisamente pela desregula\u00e7\u00e3o de hor\u00e1rios que provoca e, por arrastamento, a quase impossibilidade de as enfermeiras poderem organizar a vida profissional com a pessoal. Com o mesmo n\u00edvel de import\u00e2ncia, outra das nossas reivindica\u00e7\u00f5es \u00e9 a compensa\u00e7\u00e3o pelo risco e penosidade da profiss\u00e3o. O risco e a penosidade pela natureza das nossas fun\u00e7\u00f5es ainda que possam ser minimizados, nunca desaparecem e num contexto de trabalho anos e anos a fio sem o cumprimento das dota\u00e7\u00f5es seguras, significa que todos os enfermeiros estiveram, est\u00e3o e estar\u00e3o a trabalhar por aqueles que deveriam estar e nunca estiveram. Alterar os crit\u00e9rios para a aposenta\u00e7\u00e3o \u00e9 outras das reivindica\u00e7\u00f5es mais prementes. Naturalmente que a resolu\u00e7\u00e3o de problemas que decorrem, ainda, da contagem de pontos (transformaram anos de servi\u00e7o em pontos) para efeitos de progress\u00e3o, continuam em \u201ccima da mesa\u201d. Fomos o \u00fanico sindicato que n\u00e3o assinou acordo sobre esta mat\u00e9ria, desde logo pela intransig\u00eancia do governo em n\u00e3o pagar retroativos desde 2018 e porque muitos enfermeiros iriam ser v\u00edtimas de invers\u00e3o de posicionamento relativo quando comparados com outros. Desde 2019, seja por press\u00e3o institucional ou nacional (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, Grupos Parlamentares, Tribunais), temos conseguido ultrapassar algumas das situa\u00e7\u00f5es, mas, inadmissivelmente, apesar de existirem orienta\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade muitas s\u00e3o as institui\u00e7\u00f5es que ainda n\u00e3o acomodaram essas orienta\u00e7\u00f5es resultando em grave preju\u00edzo para os profissionais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O setor dos enfermeiros enfrenta tempos de elevada incerteza e agita\u00e7\u00e3o, com a realiza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias greves na busca pela defesa dos seus direitos, sendo uma profiss\u00e3o que \u00e9 alvo de um desate f\u00edsico e mental not\u00f3rio a todos. Na sua vis\u00e3o, quais os principais problemas que afetam atualmente o SNS e que medidas poderiam ser tomadas para reverter o panorama atual?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O desinvestimento no SNS \u00e9 hoje identificado como o maior problema. Apesar de nos \u00faltimos anos o or\u00e7amento do SNS ter vindo a aumentar, a verdade \u00e9 que, em todos esses anos nunca foi utilizado na sua totalidade devido \u00e0s cativa\u00e7\u00f5es. Da\u00ed resultou a n\u00e3o aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos absolutamente necess\u00e1rios e\/ou outros tantos n\u00e3o tenham sofrido as interven\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias que garantiriam um melhor funcionamento. Esta realidade contrasta com uma outra que \u00e9 o aumento exponencial dos gastos em sa\u00fade em consequ\u00eancia ao aumento da esperan\u00e7a m\u00e9dia de vida e consequente preval\u00eancia de doen\u00e7as cr\u00f3nicas e doen\u00e7as graves que necessitam de tratamentos mais dispendiosos e prolongados e, at\u00e9, a cria\u00e7\u00e3o de outros servi\u00e7os que correspondam \u00e0s novas necessidades em sa\u00fade, por exemplo, a rede de cuidados de sa\u00fade mental, cuidados paliativos, cuidados continuados, hospitaliza\u00e7\u00e3o domicili\u00e1ria, n\u00e3o esquecendo a necessidade do pa\u00eds dever estar preparado para o aparecimento de novas doen\u00e7as e\/ou o reaparecimento de outras. O caso e a experi\u00eancia da pandemia da Covid-19 s\u00e3o paradigm\u00e1ticos. Neste contexto, aumentar o investimento, seja em recursos materiais e equipamentos, seja em recursos humanos \u00e9 absolutamente fundamental.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Este m\u00eas celebram-se os 50 anos da revolu\u00e7\u00e3o de abril, um momento marcante para o nosso pa\u00eds e para todas as institui\u00e7\u00f5es que defendem diariamente os interesses democr\u00e1ticos, tal como s\u00e3o exemplos os sindicatos. Na sua opini\u00e3o, qual o papel dos sindicatos, e do SEP em especial, na manuten\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa, igualit\u00e1ria e democr\u00e1tica?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os sindicatos s\u00e3o motores de progresso e, nesse contexto, t\u00eam um papel determinante na exig\u00eancia continuada dessa sociedade mais justa em que a todos \u00e9 oferecido igualdade de oportunidades. De referir que \u201cigualdade de oportunidades\u201d n\u00e3o \u00e9 o mesmo que \u201ctodos s\u00e3o iguais\u201d. Todos devem ter a oportunidade de fazer um percurso escolar e acad\u00e9mico ou todos devem ter direito ao acesso \u00e0 sa\u00fade, ou todos devem ter direito ao acesso a uma habita\u00e7\u00e3o condigna e a pre\u00e7o justo, etc. Naturalmente que o livre arb\u00edtrio de cada um determinar\u00e1 o caminho a seguir. O que n\u00e3o podemos aceitar, enquanto sindicato, \u00e9 que em pleno s\u00e9culo XXI se mantenha e aprofunde a explora\u00e7\u00e3o de quem trabalha em benef\u00edcio de uns quantos, poucos. \u00c9 inaceit\u00e1vel, por exemplo, que no nosso pa\u00eds as empresas associadas ao turismo tenham lucros brutais, mas aos trabalhadores continue reservado o trabalho prec\u00e1rio, sazonal e com baixos sal\u00e1rios. Este \u00e9 um exemplo, mas outros existem, como a EDP, os CTT, as empresas de distribui\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O combate por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de vida para os trabalhadores portugueses, em concreto para os enfermeiros, \u00e9 di\u00e1rio, muitas vezes incompreendido at\u00e9 pelo tempo que leva a atingir os resultados desejados. \u00c0s vezes coisas t\u00e3o simples como a reafirma\u00e7\u00e3o que os trabalhadores n\u00e3o s\u00e3o colaboradores. Os trabalhadores vendem a for\u00e7a do seu trabalho, os seus conhecimentos mais ou menos especializados, as suas compet\u00eancias e a responsabilidade que v\u00e3o assumindo em troca de dinheiro, do sal\u00e1rio e esse deve, obrigatoriamente, compensar todos estes fatores.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais as metas a curto\/m\u00e9dio prazo que o SEP pretende alcan\u00e7ar enquanto entidade e enquanto defensora dos direitos dos enfermeiros em Portugal?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o da carreira de enfermagem e seremos ac\u00e9rrimos lutadores, como sempre fomos, na defesa do SNS que entendemos deve ser reconstru\u00eddo na sua matriz p\u00fablica. Hoje, ao contr\u00e1rio do que \u00e9 propalado por muitos, fruto do desinvestimento incluindo nos recursos humanos, o servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade est\u00e1 a ser delapidado pelos muitos milh\u00f5es que j\u00e1 paga ao setor privado, \u00e0 cabe\u00e7a, \u00e0 ind\u00fastria farmac\u00eautica e depois aos grupos econ\u00f3micos que asseguram os exames complementares de diagn\u00f3stico como \u00e9 o caso da imagiologia. O SNS tem que ter a capacidade de internalizar este \u00faltimo segmento e os governos t\u00eam que ter a capacidade e a vontade (muitos n\u00e3o a querem ter) de exigir o pagamento justo pelos medicamentos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Que mensagem de esperan\u00e7a gostava de deixar aos enfermeiros do pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os enfermeiros s\u00e3o o \u00fanico grupo profissional na sa\u00fade que assegura a continuidade de cuidados e por isso s\u00e3o um dos pilares dos servi\u00e7os de sa\u00fade, sejam p\u00fablicos, privados ou sociais. Apesar da relut\u00e2ncia dos sucessivos governos em fazer traduzir isso no sal\u00e1rio dos enfermeiros, n\u00e3o temos d\u00favidas que essa valoriza\u00e7\u00e3o vai acontecer. Esse \u00e9 o compromisso do SEP, lutar como sempre fez, em conjunto com os enfermeiros, para a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida e de trabalho de todos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"437\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SEP_deitado-SEM-legenda-Cor-transparente-1024x437.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-9483\" style=\"aspect-ratio:2.34324942791762;width:347px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SEP_deitado-SEM-legenda-Cor-transparente-1024x437.gif 1024w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SEP_deitado-SEM-legenda-Cor-transparente-300x128.gif 300w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SEP_deitado-SEM-legenda-Cor-transparente-768x328.gif 768w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/SEP_deitado-SEM-legenda-Cor-transparente-1536x656.gif 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><canvas width=\"1245\" height=\"1755\"><\/canvas><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O SEP (Sindicato dos Enfermeiros Portugueses) \u00e9 uma for\u00e7a sindicalista que h\u00e1 35 anos que luta diariamente pelos direitos do setor da enfermagem em Portugal. 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