{"id":4790,"date":"2022-11-11T07:00:00","date_gmt":"2022-11-11T07:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/maismagazine.pt\/?p=4790"},"modified":"2022-11-11T17:17:12","modified_gmt":"2022-11-11T17:17:12","slug":"a-nossa-preocupacao-e-que-nao-falte-bacalhau-na-mesa-dos-portugueses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/maismagazine.pt\/index.php\/2022\/11\/11\/a-nossa-preocupacao-e-que-nao-falte-bacalhau-na-mesa-dos-portugueses\/","title":{"rendered":"\u201cA nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o falte bacalhau na mesa dos portugueses\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>A <a href=\"https:\/\/www.grupeixe.pt\/\">Grupeixe<\/a>, empresa fundada pela fam\u00edlia Cachide, existe j\u00e1 h\u00e1 cerca de 30 anos e orgulha-se de, desde 2019, possuir maior quantidade de bacalhau da Isl\u00e2ndia em Portugal. Desde sempre que a empresa procura ser reconhecida pela qualidade do produto que oferece, oferecendo aos seus clientes um bacalhau de excel\u00eancia.<\/strong><br><br>Em entrevista \u00e0 Mais Magazine, Nuno Ara\u00fajo contou-nos como \u00e9 que foi o seu trajeto at\u00e9 chegar \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de CEO da Grupeixe. \u201cJ\u00e1 trabalhava para a VSV desde 2013, desempenhando fun\u00e7\u00f5es comerciais nos mercados do sul da Europa, \u00c1frica e Am\u00e9rica do Sul. O meu contacto com o bacalhau era natural, pois vendia essa mat\u00e9ria-prima \u00e0 ind\u00fastria portuguesa. Com a compra da Grupeixe, propuseram-me ad[1]ministrar a empresa e j\u00e1 passaram mais de tr\u00eas anos. Para j\u00e1, o nosso foco \u00e9 aprender e melhorar. \u00c9 isso que tenho procurado fazer\u201d, come\u00e7ou por dizer. <\/p>\n\n\n\n<p><br>A Grupeixe est\u00e1 no mercado h\u00e1 cerca de 30 anos a produzir bacalhau salgado seco tradicional. Em 2019 a Grupeixe foi adquirida pela Vinnslust\u00f6\u00f0in hf (VSV), u empresa de pesca islandesa, com 76 anos de exist\u00eancia. Com a sua compra, Nuno Ara\u00fajo explicou que mantiveram todos os postos de trabalho e deram \u201cin\u00edcio a uma altera\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, sem esquecer a qualidade do produto feito at\u00e9 ent\u00e3o\u201d. Com a chegada da Vinnslust\u00f6\u00f0in hf, a Grupeixe passou a ser a \u00fanica empresa, em Portugal, que det\u00e9m absoluto controlo de todo o processo, desde a pesca at\u00e9 ao produto final. Para o CEO, \u201cesta \u00e9 uma vantagem competitiva e d\u00e1 seguran\u00e7a aos nossos clientes. Al\u00e9m disso, sabemos que quantidade temos de bacalhau dispon\u00edvel para todo o ano. Logo, tranquiliza os nossos clientes. Refiro-me apenas ao bacalhau Isl\u00e2ndia, pois a VSV \u00e9 a empresa que mais bacalhau salgado tradicional produz e exporta para Portugal\u201d.<br><br>Segundo os dados mais recentes dispon\u00edveis, a Grupeixe det\u00e9m mais de 40% de quota de mercado do bacalhau Isl\u00e2ndia em Portugal, n\u00fameros que s\u00e3o muito significativos. \u201c\u00c9 curioso que uma empresa islandesa tenha investido em Portugal, ap\u00f3s muito estudo e reflex\u00e3o. A VSV nasceu h\u00e1 76 anos e desde a sua funda\u00e7\u00e3o nunca deixou de produzir bacalhau salgado. Est\u00e1 no seu sangue, na sua identidade. Como se costuma dizer na Isl\u00e2ndia, a vida \u00e9 bacalhau salgado\u2026\u201d, visou Nuno Ara\u00fajo.<br><br>As unidades industriais de bacalhau portuguesas diferenciam-se pela aposta nas mais diferentes tecnologias e, nesse sentido, a Grupeixe est\u00e1 a fazer um esfor\u00e7o, de modo a modernizar os processos de gest\u00e3o, investir em tecnologia, conhecimento e pessoas. Nuno Ara\u00fajo afirmou ainda que o \u201cprocesso de transforma\u00e7\u00e3o do bacalhau \u00e9 relativamente simples, mas requer paci\u00eancia, controlo das etapas e, claro, muita paix\u00e3o. Julgo serem bons ingredientes para os altos padr\u00f5es de qualidade que referiu\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"437\" src=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-1024x437.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4793\" srcset=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-1024x437.jpg 1024w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-300x128.jpg 300w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-768x327.jpg 768w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-1536x655.jpg 1536w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Foto-ilhas-westman-Islandia-2048x873.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Questionado acerca de todas as etapas desde a origem do bacalhau at\u00e9 \u00e0 mesa dos portugueses, Nuno Ara\u00fajo explicou- -nos, ao mais \u00ednfimo pormenor: \u201cPrimeiro, concentramos os nossos esfor\u00e7os de pesca entre fevereiro e maio, antes da desova, altura em que o peixe \u00e9 mais gordo e como os portugueses preferem. Para al\u00e9m da pesca e da correta eviscera\u00e7\u00e3o a bordo, conseguimos levar rapidamente o peixe para a nossa f\u00e1brica nas ilhas Westman. Ent\u00e3o, \u00e9 a\u00ed que o escalamos e salgamos. Ser\u00e1 o tempo a fazer o seu trabalho ao mantermos o bacalhau em sal at\u00e9 \u00e0 sua matura\u00e7\u00e3o ideal. Habitualmente s\u00e3o tr\u00eas meses, no m\u00ednimo. Quanto mais tempo em sal, melhor, para o bacalhau ficar bem curado, com aquele tom amarelo palha. Com o bacalhau j\u00e1 na Grupeixe, \u00e9 secar e garantir menos de 47% de humidade. Isto \u00e9 muito importante e o consumidor deve prestar aten\u00e7\u00e3o a este aspeto. Pegue no bacalhau pelo \u201ccacha\u00e7o\u201d e, se dobrar, n\u00e3o estar\u00e1 conforme. Ao escolherem um bacalhau, vejam o grau de secagem e a cor. Desconfiem quando \u00e9 demasiado branquinho. Se assim for \u00e9 porque esteve pouco tempo em sal, ou est\u00e1 carregado de aditivos\u201d. Contudo, apesar de serem uma empresa detida por islandeses, isso n\u00e3o significa que n\u00e3o tenham bacalhau proveniente de outras regi\u00f5es, como \u00e9 o caso da Noruega. Tal como o seu CEO nos confirmou, a Grupeixe tem outros parceiros, em que o produto passa pelas mesmas etapas.<br><br>Na Grupeixe, a sustentabilidade e a pegada que deixam no ambiente \u00e9 um aspeto muito importante e como tal, a empresa investiu fortemente na sua frota de pesca, de modo a reduzir a pegada de carbono, ao ter embarca\u00e7\u00f5es mais eficientes. A aposta na pesca ao largo da costa das ilhas Westman faz com que reduza bastante a pega[1]da ambiental. Al\u00e9m disso, Nuno Ara\u00fajo explica que o \u201csistema de quotas e as certifica\u00e7\u00f5es de Pescas Respons\u00e1veis e MSC, controladas por organismos independentes, fazem com que esta quest\u00e3o seja de extrema relev\u00e2ncia\u201d.<br><br>Estamos em novembro, a cerca de um m\u00eas de uma das alturas mais desafiantes para a empresa, o Natal. A procura pelo bacalhau aumenta nestes meses que antecedem o Natal e a Grupeixe vai reunir todos os esfor\u00e7os poss\u00edveis, para providenciar o melhor aos seus clientes. \u201cOs nossos clientes confiam em n\u00f3s, pois, neste aspeto, garantimos a quantidade que necessitam. A noite de Natal \u00e9 especial e a nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o falte na mesa dos portugueses\u201d, rematou o CEO da Grupeixe.<br><br><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Grupeixe, empresa fundada pela fam\u00edlia Cachide, existe j\u00e1 h\u00e1 cerca de 30 anos e orgulha-se de, desde 2019, possuir maior quantidade de bacalhau da Isl\u00e2ndia em Portugal. 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