{"id":12165,"date":"2025-05-22T09:30:36","date_gmt":"2025-05-22T08:30:36","guid":{"rendered":"https:\/\/maismagazine.pt\/?p=12165"},"modified":"2025-05-22T09:30:41","modified_gmt":"2025-05-22T08:30:41","slug":"a-invisibilidade-dos-que-sustentam-o-sistema-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/maismagazine.pt\/index.php\/2025\/05\/22\/a-invisibilidade-dos-que-sustentam-o-sistema-de-saude\/","title":{"rendered":"A invisibilidade dos que sustentam o sistema de sa\u00fade!"},"content":{"rendered":"\n<p>A cada <strong>12 de maio<\/strong>, o calend\u00e1rio assinala o <strong>Dia Internacional do Enfermeiro<\/strong>. \u00c0 superf\u00edcie, uma data simb\u00f3lica. Mas, num tempo de exaust\u00e3o sist\u00e9mica, onde a insustentabilidade do modelo biom\u00e9dico vertical \u00e9 uma evid\u00eancia, a comemora\u00e7\u00e3o deste dia deveria deixar de ser, de uma vez por todas, uma mera celebra\u00e7\u00e3o, para se afirmar como um marco com maior impacto pol\u00edtico e estrat\u00e9gico, ou seja, uma oportunidade inadi\u00e1vel de reconfigura\u00e7\u00e3o estrutural do nosso sistema de sa\u00fade!! E \u00e9 neste horizonte que se inscreve o presente artigo de opini\u00e3o: um apelo cr\u00edtico, informado e exigente, \u00e0 reinven\u00e7\u00e3o do lugar da profiss\u00e3o de Enfermagem na arquitetura do Poder em Sa\u00fade no s\u00e9culo XXI.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Num tempo em que o sistema de sa\u00fade se confronta com uma crise de sustentabilidade estrutural, profunda escassez de capital humano, fuga de talento e o desajustamento entre os modelos organizacionais vigentes e as exig\u00eancias reais da popula\u00e7\u00e3o, torna-se crucial que questionemos as bases sobre as quais se constr\u00f3i ou se deve construir o edif\u00edcio da<em> governance<\/em> cl\u00ednica em Portugal. Uma reflex\u00e3o que n\u00e3o pode (ou n\u00e3o deve!) continuar a ser adiada, sob pena de continuarmos a perpetuar uma arquitetura institucional que silencia, sistematicamente, a intelig\u00eancia diretiva da Enfermagem \u2013 precisamente aquela que, na pr\u00e1tica, assegura a continuidade, a integra\u00e7\u00e3o e a humaniza\u00e7\u00e3o dos cuidados de sa\u00fade prestados \u00e0 nossa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Sem ambiguidades ou falsos moralismos, afirmamos neste dia comemorativo, que a Enfermagem representa a coluna vertebral do sistema de sa\u00fade portugu\u00eas (e n\u00e3o s\u00f3). A centralidade da profiss\u00e3o \u00e9 empiricamente evidente. Os enfermeiros s\u00e3o os \u00fanicos profissionais com presen\u00e7a constante, que cuidam ao longo de todo o ciclo de vida dos cuidados: desde a preven\u00e7\u00e3o \u00e0 reabilita\u00e7\u00e3o, do nascimento \u00e0 morte, do hospital ao domic\u00edlio.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segundo dados da Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade, os enfermeiros representam mais de 40% da for\u00e7a de trabalho em Sa\u00fade em Portugal, assegurando a maioria dos contactos com os utentes em contexto de internamento.<\/strong> Contudo, esta centralidade operacional contrasta de uma forma gritante com a sua aus\u00eancia em cargos de lideran\u00e7a. Sen\u00e3o vejamos: <strong>s\u00e3o raras as presen\u00e7as em Dire\u00e7\u00f5es Cl\u00ednicas ou grupos de decis\u00e3o estrat\u00e9gica do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade (SNS). Em 2024, os dados da Direc\u00e7\u00e3o-Geral da Sa\u00fade mostraram que menos de 5% dos cargos de lideran\u00e7a t\u00e9cnica e executiva nos hospitais p\u00fablicos s\u00e3o ocupados por enfermeiros.<\/strong> Esta marginaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 neutra: compromete a efic\u00e1cia organizacional, mina a continuidade dos cuidados e perpetua um modelo hier\u00e1rquico que j\u00e1 n\u00e3o responde \u00e0 complexidade dos contextos contempor\u00e2neos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ao ignorar-se a presen\u00e7a dos profissionais de enfermagem nos principais processos estrat\u00e9gicos de decis\u00e3o, nomeadamente os de natureza pol\u00edtica e legislativa, todo o sistema se torna funcionalmente cego! Uma miopia organizacional que n\u00e3o \u00e9 apenas injusta, mas tamb\u00e9m \u00e9, inevitavelmente, ineficiente!! Um recente relat\u00f3rio, publicado em 2023 pelo <strong><em>European Observatory on Health Systems<\/em><\/strong>, <strong>demonstrou inequivocamente que estruturas de sa\u00fade que integram os enfermeiros em posi\u00e7\u00f5es de (co)lideran\u00e7a apresentam melhores indicadores de continuidade assistencial, menor rotatividade de pessoal e um evidente aumento na satisfa\u00e7\u00e3o dos utentes! <\/strong>Nesta mat\u00e9ria os dados emp\u00edricos s\u00e3o bastante claros e \u00e9 um atrevimento ignor\u00e1-los!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1, portanto, na aus\u00eancia de compet\u00eancias, mas na arquitetura de Poder que as neutraliza. O problema central \u00e9 sabermos que o conhecimento produzido na <em>pr\u00e1xis<\/em> di\u00e1ria da Enfermagem &#8211; <em>um saber que nasce do contacto prolongado, da escuta ativa, da leitura dos contextos sociais e cl\u00ednicos em simult\u00e2neo<\/em> &#8211; continua a ser interpretado como sendo auxiliar e n\u00e3o diretivo!! <strong>Esta distor\u00e7\u00e3o exige uma transforma\u00e7\u00e3o institucional urgente, que inclua a cria\u00e7\u00e3o de cargos de lideran\u00e7a espec\u00edficos para os enfermeiros, com acesso vinculativo aos \u00f3rg\u00e3os de dire\u00e7\u00e3o hospitalar, regional e nacional, autonomia or\u00e7amental e capacidade de iniciativa estrat\u00e9gica!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A exclus\u00e3o dos enfermeiros dos n\u00facleos de decis\u00e3o n\u00e3o \u00e9, obviamente, um acidente organizacional, mas um sintoma de um paradigma que persiste em manter a organiza\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade a partir de uma l\u00f3gica hier\u00e1rquica, verticalizada e centrada na figura do m\u00e9dico como \u00fanico polo de autoridade cl\u00ednica. <strong>Este modelo, enraizado nas institui\u00e7\u00f5es de Sa\u00fade do s\u00e9culo XX e moldado por uma vis\u00e3o biom\u00e9dica da doen\u00e7a, encontra-se hoje profundamente desfasado das exig\u00eancias de um sistema de sa\u00fade centrado na pessoa, na continuidade e na integra\u00e7\u00e3o de cuidados. <\/strong>A fragmenta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os, a inefici\u00eancia dos fluxos assistenciais e os desencontros entre os diferentes n\u00edveis de cuidados s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es diretas de um modelo profundamente esgotado.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste, sabemos bem que a Enfermagem \u00e9 a profiss\u00e3o que mais proximamente consegue reconhecer os interst\u00edcios, as falhas e os sil\u00eancios do sistema de sa\u00fade. <strong>Os enfermeiros operam numa intelig\u00eancia relacional, moldada por uma escuta ativa, uma observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica continuada e um conhecimento acumulado em tempo real das condi\u00e7\u00f5es sociais, psicol\u00f3gicas e culturais dos utentes. <\/strong>Mas, de facto, esta intelig\u00eancia \u00e9 ampla e intencionalmente invisibilizada porque n\u00e3o se enquadra na gram\u00e1tica t\u00e9cnica que habitualmente estrutura os discursos institucionais contempor\u00e2neos. Esta \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais os enfermeiros s\u00e3o muitas vezes reconhecidos como \u201cindispens\u00e1veis\u201d em cerim\u00f3nias de natureza simb\u00f3lica, ou convidados para congressos e confer\u00eancias para encher as salas e bater palmas, mas quase(!) sempre marginalizados em todas as inst\u00e2ncias onde se desenha o futuro do sistema de sa\u00fade!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado desta marginaliza\u00e7\u00e3o tem sido devastador! Esta falta de reconhecimento institucional tem vindo a traduzir-se numa fuga massiva de profissionais altamente qualificados para o estrangeiro. De acordo com a <strong>Ordem dos Enfermeiros, cerca de 60% dos profissionais rec\u00e9m-formados pedem a declara\u00e7\u00e3o para poderem exercer no estrangeiro. <\/strong>Mas, ao contr\u00e1rio do que se tem vindo amplamente a propalar nos media, esta hemorragia de talento n\u00e3o \u00e9 apenas motivada por quest\u00f5es de natureza salarial. Estudos recentes, como o da <strong>Plataforma de Jovens Profissionais de Sa\u00fade<\/strong>, <strong>revelam que os fatores mais apontados para a inten\u00e7\u00e3o de emigra\u00e7\u00e3o incluem a aus\u00eancia de progress\u00e3o na carreira, o elevado n\u00edvel de stress e sobretudo, a perce\u00e7\u00e3o de que a sua voz n\u00e3o \u00e9 escutada!!<\/strong> Este sentimento de invisibilidade funcional e estrat\u00e9gica \u00e9 agravado pela inexist\u00eancia de carreiras dignas que valorizem a lideran\u00e7a dos enfermeiros, compat\u00edveis com o seu elevado n\u00edvel de forma\u00e7\u00e3o profissional e acad\u00e9mico, pela aus\u00eancia de autonomia or\u00e7amental e pela rar\u00edssima presen\u00e7a em conselhos t\u00e9cnicos vinculativos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Mas a situa\u00e7\u00e3o ganha contornos ainda mais graves com o decl\u00ednio do interesse dos jovens pelas profiss\u00f5es de sa\u00fade. Entre 2018 e 2022, segundo o relat\u00f3rio <strong><em>What do we know about young people\u2019s interest in health careers<\/em><\/strong>, <strong>da OCDE<\/strong>, <strong>muitos pa\u00edses assistiram a uma queda significativa de candidatos aos cursos de Enfermagem, um reflexo direto da exposi\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica acerca das condi\u00e7\u00f5es laborais durante a pandemia.<\/strong> Portugal regista ainda um leve aumento nas inten\u00e7\u00f5es declaradas, mas j\u00e1 com evidentes sinais de estagna\u00e7\u00e3o e descida nas admiss\u00f5es. A falta de condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de perspetivas de progress\u00e3o na carreira s\u00e3o fatores decisivos para esta desmotiva\u00e7\u00e3o crescente. Sobre este ponto, considero que deveremos atuar com urg\u00eancia e de forma preventiva!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em Enfermagem <\/strong>deve ocupar definitivamente um lugar central na agenda nacional, n\u00e3o como disputa territorial com outras \u00e1reas do saber, mas antes como afirma\u00e7\u00e3o de uma epistemologia e ontologia pr\u00f3prias: <em>a do cuidado continuado, situado e informado pela realidade vivenciada!!<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre esta mat\u00e9ria, o que sabemos \u00e9 que a investiga\u00e7\u00e3o em Enfermagem continua a ser amplamente marginalizada nos financiamentos p\u00fablicos, tratada como um luxo e n\u00e3o como um instrumento vital para a inova\u00e7\u00e3o dos cuidados. <strong>Portugal continua, assim, a investir pouco em ci\u00eancia orientada para a pr\u00e1tica cl\u00ednica. Esta \u00e9 uma realidade que contrasta com os sistemas de sa\u00fade mais avan\u00e7ados, onde os enfermeiros lideram redes de cuidados, desenham pol\u00edticas p\u00fablicas e contribuem ativamente para a defini\u00e7\u00e3o de indicadores de desempenho. <\/strong>Por exemplo, pa\u00edses como o Canad\u00e1, a Holanda e a Nova Zel\u00e2ndia oferecem exemplos robustos de sistemas onde a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da Enfermagem sustenta reformas organizacionais e pol\u00edticas p\u00fablicas com resultados comprovados.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reformular a arquitetura do SNS \u2013 pilar inconfund\u00edvel do nosso sistema de sa\u00fade que serve de modelo para muito do que se faz nos setores privado e social \u2013 <\/strong>\u00e9, pois, uma urg\u00eancia hist\u00f3rica. Implica reconhecer a profiss\u00e3o de Enfermagem como ator central da <em>governance <\/em>cl\u00ednica, com acessos vinculativos a estruturas de decis\u00e3o, fun\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a pr\u00f3prias, autonomia estrat\u00e9gica e or\u00e7amental e a presen\u00e7a sistem\u00e1tica nos conselhos de administra\u00e7\u00e3o\/estruturas executantes ou definidoras das pol\u00edticas de Sa\u00fade. <strong>Mas esta muta\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 eficaz se for acompanhada por uma profunda revolu\u00e7\u00e3o cultural.<\/strong> <strong>O s\u00e9culo XXI exige um tipo de lideran\u00e7a cl\u00ednica horizontal, interdependente e transdisciplinar, capaz de reconhecer o valor da intelig\u00eancia relacional, da escuta cl\u00ednica prolongada e da media\u00e7\u00e3o entre n\u00edveis de cuidados. <\/strong>Exige, em suma, tudo aquilo que a Enfermagem cultivou, frequentemente em sil\u00eancio, durante as \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Num sistema que se pretende centrado na pessoa, a lideran\u00e7a n\u00e3o pode continuar a ser um privil\u00e9gio reservado a uma profiss\u00e3o ou a uma vis\u00e3o meramente tecnocr\u00e1tica. Deve ser uma fun\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, distribu\u00edda, legitimada pela pr\u00e1tica e orientada pelos resultados obtidos. <strong>Perante esta realidade, a Enfermagem, por tudo o que representa e realiza, deve deixar de ser apenas celebrada no Dia Internacional do Enfermeiro e passar a ser convocada para o centro da reconfigura\u00e7\u00e3o do futuro do sistema.<\/strong> Porque um sistema que n\u00e3o reconhece o saber que o sustenta est\u00e1, inevitavelmente, condenado ao colapso.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Portugal ainda vai a tempo de escolher outro caminho. <strong>Mas este caminho exige coragem pol\u00edtica, vis\u00e3o estrat\u00e9gica e ontol\u00f3gica e, acima de tudo, justi\u00e7a epistemol\u00f3gica.<\/strong> <strong>N\u00e3o podemos, pois, continuar a investir unicamente em rituais de ret\u00f3rica vazia, mas antes convocar urgentemente \u00e0 a\u00e7\u00e3o concreta! <\/strong>Os enfermeiros n\u00e3o s\u00e3o apenas meros executores. S\u00e3o estrategas do cuidado! Intelectuais pr\u00e1ticos!! Arquitetos de solu\u00e7\u00f5es num sistema que s\u00f3 sobreviver\u00e1 se, finalmente, escutar aqueles que o conhecem por dentro!!!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Este \u00e9 o tempo de abrir as portas do Poder a quem, h\u00e1 d\u00e9cadas, segura com firmeza o cora\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade em Portugal! Porque sem eles, o sistema colapsa. E porque com eles h\u00e1, garantidamente, um futuro!!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>S\u00e9rgio Serra, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ASPE \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Sindical Portuguesa dos Enfermeiros<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-12012\" style=\"width:378px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-1024x683.png 1024w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-300x200.png 300w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-768x512.png 768w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-1536x1025.png 1536w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-2048x1366.png 2048w, https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ASPE_VECTOR_A3-150x100.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cada 12 de maio, o calend\u00e1rio assinala o Dia Internacional do Enfermeiro. \u00c0 superf\u00edcie, uma data simb\u00f3lica. 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