{"id":12003,"date":"2025-05-23T07:00:00","date_gmt":"2025-05-23T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/maismagazine.pt\/?p=12003"},"modified":"2025-05-19T15:19:34","modified_gmt":"2025-05-19T14:19:34","slug":"a-advocacia-faz-parte-de-mim-como-um-orgao-do-meu-corpo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/maismagazine.pt\/index.php\/2025\/05\/23\/a-advocacia-faz-parte-de-mim-como-um-orgao-do-meu-corpo\/","title":{"rendered":"\u201cA Advocacia faz parte de mim como um \u00f3rg\u00e3o do meu corpo\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Chegou a Portugal sem nada e construiu o sucesso do zero, abrindo o seu pr\u00f3prio escrit\u00f3rio de advogados. Claudete Teixeira, filha de retornados de Angola, encontrou na advocacia n\u00e3o apenas uma voca\u00e7\u00e3o, mas uma forma de dar voz a quem mais precisa. Em entrevista \u00e0 Mais Magazine, Claudete fala sobre os desafios de proteger crian\u00e7as em contextos familiares hostis, a paix\u00e3o que a move na advocacia, o papel social dos advogados e a luta desigual que ainda enfrentam as mulheres nesta profiss\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comecemos esta entrevista por nos contar um pouco sobre o seu percurso.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Gostaria de come\u00e7ar por dizer que eu tamb\u00e9m j\u00e1 fui considerada uma esp\u00e9cie de imigrante mal vinda. Eu e a minha fam\u00edlia toda. Em concreto, eu sou uma \u201cretornada\u201d. Embora a minha m\u00e3e seja portuguesa e o meu pai tenha ascend\u00eancia portuguesa, o meu pai j\u00e1 havia nascido em Angola, e eu e os meus irm\u00e3os, exceto o mais novo que j\u00e1 nasceu em Portugal, todos nascemos em Angola. Quando a minha fam\u00edlia regressou a Portugal em 1981, ap\u00f3s o 25 de Abril, todos n\u00f3s \u00e9ramos olhados de lado, e diziam que n\u00f3s v\u00ednhamos tirar o emprego aos \u201cverdadeiros\u201d portugueses que c\u00e1 estavam e que a nossa vinda s\u00f3 iria piorar as condi\u00e7\u00f5es de vida dos \u201cverdadeiros\u201d portugueses. Ningu\u00e9m queria aqui os retornados e ningu\u00e9m confiava nos retornados. E sem me alongar mais direi apenas que eu, e toda a minha fam\u00edlia, somos o exemplo vivo, de que mesmo aqueles que quando chegam n\u00e3o t\u00eam absolutamente nada, e precisam de ajuda, podem ser pessoas muito v\u00e1lidas e que podem vir a aportar uma grande mais-valia ao pa\u00eds. Portanto, esta tend\u00eancia que \u00e0s vezes existe de olhar para a diferen\u00e7a com medo ou sentimento de superioridade, olhando para a fragilidade do estrangeiro pobre com desprezo ou sobranceria, a mim faz-me muita confus\u00e3o e, francamente, acho n\u00e3o leva a sociedade para nenhum lugar bom.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A sua paix\u00e3o pela advocacia sempre esteve presente na sua vida ou foi algo que surgiu em algum momento espec\u00edfico do seu percurso acad\u00e9mico?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Eu acho que a paix\u00e3o pela Advocacia nasceu comigo, embora tenha sido a partir dos 14\/15 anos que tomei a decis\u00e3o de que queria ser advogada e que desde esse momento passei a trabalhar para esse objetivo. E a verdade \u00e9 que continuo a trabalhar todos os dias para esse objetivo. A Advocacia faz parte de mim como um \u00f3rg\u00e3o do meu corpo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"456\" height=\"684\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/113.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12018\" style=\"width:293px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/113.jpg 456w, http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/113-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Posteriormente, como surgiu a oportunidade de abrir o seu pr\u00f3prio escrit\u00f3rio de advogados?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A oportunidade surgiu depois de eu passar v\u00e1rios anos a trabalhar para um outro escrit\u00f3rio de advogados e era o passo natural que se impunha para que eu pudesse crescer profissionalmente e num ambiente de trabalho respons\u00e1vel, combativo, mas salutar. E, gra\u00e7as a Deus, foi uma decis\u00e3o bem-sucedida e o meu escrit\u00f3rio tem vindo a crescer e temos vindo a ampliar a nossa equipa e a trabalhar todos os dias para prestar o melhor servi\u00e7o poss\u00edvel a quem nos confia os seus assuntos. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em que \u00e1reas do Direito atuam?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As nossas \u00e1reas de maior atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o o direito da fam\u00edlia e das sucess\u00f5es, direito do trabalho, assessoria jur\u00eddica a empresas, o direito civil (contratos, responsabilidade civil contratual e extracontratual) e a propriedade intelectual. Com alguma express\u00e3o tamb\u00e9m o direito administrativo e o direito penal.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ao longo do seu percurso, a Claudete especializou-se no ramo do direito de Fam\u00edlia. Qual foi o impacto que esta escolha teve na sua vida?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os processos de direito da fam\u00edlia e das crian\u00e7as s\u00e3o os que me tiram o sono. Acredito que nada seja mais impactante na vida das pessoas do que a vida e o destino dos seus filhos. Isto, naturalmente, para quem vive a parentalidade com a entrega com que deve ser vivida. Ora, quando nestes processos est\u00e1 em causa a seguran\u00e7a, o bem-estar e at\u00e9 a sa\u00fade f\u00edsica ou emocional destas crian\u00e7as e um dos pais confia em n\u00f3s para conduzirmos o processo de modo a que o tribunal possa tomar a decis\u00e3o que melhor acautele o interesse destas crian\u00e7as, a responsabilidade que temos em m\u00e3os \u00e9 avassaladora. E se, por um lado, \u00e9 esse sentido de responsabilidade, do qual eu n\u00e3o me consigo desligar at\u00e9 ao dia em que o processo se encontra findo, que me ajuda a conduzir o processo da melhor forma poss\u00edvel, por outro lado, aporta para mim, um problema que eu passo a levar comigo para todo o lado, todos os dias.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qu\u00e3o dif\u00edcil pode ser proteger crian\u00e7as que sejam envolvidas em processos entre os seus pais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As quest\u00f5es mais complexas, habitualmente, s\u00e3o aquelas em que h\u00e1 agress\u00f5es graves \u00e0s crian\u00e7as (f\u00edsicas, emocionais ou sexuais) e cuja prova seja dif\u00edcil. Situa\u00e7\u00f5es de crian\u00e7as de tenra idade que n\u00e3o se consigam expressar, e em que o \u00fanico elemento que existe \u00e9 a palavra do outro progenitor, situa\u00e7\u00f5es de crian\u00e7as que s\u00e3o manipuladas por algum dos progenitores e que n\u00e3o contam o que se passa quando s\u00e3o ouvidas. Cen\u00e1rios de progenitores que, aparentemente, s\u00e3o pessoas perfeitamente funcionais e inseridas, mas que t\u00eam distor\u00e7\u00f5es de personalidade, problemas do foro psiqui\u00e1trico ou at\u00e9 problemas de adi\u00e7\u00f5es que n\u00e3o estando diagnosticados se tornam complicados de provar em tribunal. E algumas das per\u00edcias que s\u00e3o feitas quer \u00e0s crian\u00e7as, quer aos progenitores, para prova destas situa\u00e7\u00f5es, nem sempre s\u00e3o feitas com o rigor com que deveriam s\u00ea-lo. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"456\" height=\"684\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/076.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12014\" style=\"width:328px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/076.jpg 456w, http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/076-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Quais os principais desafios e quest\u00f5es mais complexas e sens\u00edveis que encontrou na \u00e1rea do direito de Fam\u00edlia?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes \u00e9 preciso constatar o \u00f3bvio, por isso vou diz\u00ea-lo: nem todas as pessoas que s\u00e3o pais e m\u00e3es, s\u00e3o boas pessoas. <\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 pessoas cujos comportamentos e posturas nos fazem pensar algo muito duro: que nunca deveriam ter sido pais. E entre estas n\u00e3o est\u00e3o apenas as que acabam presas porque agrediram violentamente os filhos ou os mataram. Os psicopatas vivem entre n\u00f3s e, a olho nu, s\u00e3o considerados uns simp\u00e1ticos ou distintos cidad\u00e3os. Mas por detr\u00e1s de uma m\u00e1scara de sanidade e sociabilidade, est\u00e1 um indiv\u00edduo que, em privado, agride, manipula e maltrata psicologicamente os seus familiares, traumatizando-os muitas vezes para sempre. Ora, a dificuldade \u00e0s vezes est\u00e1 em provar que aquele pai ou m\u00e3e, que tem um discurso completamente normal, que \u00e9 inteligente e sabe dizer o que o outro espera ouvir, que \u00e9 agrad\u00e1vel, sedutor, culto e instru\u00eddo, \u00e9 tamb\u00e9m um agressor, um predador, egoc\u00eantrico e narcisista, cuja rela\u00e7\u00e3o que tem com os filhos \u00e9 a mesma que tem com o seu carro ou o seu telem\u00f3vel. Mentem sem escr\u00fapulos, com aus\u00eancia total de empatia, sentimentos de culpa ou vergonha. Uma pessoa com estas caracter\u00edsticas n\u00e3o deveria nunca ter crian\u00e7as aos seus cuidados. Por\u00e9m, levar isto a um tribunal de fam\u00edlia torna-se, de facto, um grande desafio. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Que conselho daria aos pais nessas situa\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O meu conselho seria, desde logo, para quem ainda n\u00e3o \u00e9 pai ou m\u00e3e: conhe\u00e7am e escolham muito bem a pessoa com quem v\u00e3o ter filhos. Essa ser\u00e1, provavelmente, a decis\u00e3o mais importante das suas vidas. Mais importante do que a escolha do curso que se vai tirar, a profiss\u00e3o que se vai ter, e at\u00e9 a pessoa com quem se vai casar, \u00e9 a escolha do pai ou m\u00e3e dos nossos filhos. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como se pode proteger as crian\u00e7as que sejam envolvidas em processos entre os seus pais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando h\u00e1 capacidade de insight dos pais, e potencial de mudan\u00e7a, o que h\u00e1 a fazer \u00e9 ajudar os pais a lidar com o conflito parental em que est\u00e3o envolvidos, de modo a que tomem as decis\u00f5es que mais protegem o filho desse conflito, e que privilegiem uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e securizante com ambos os progenitores. Poder\u00e1 ser necess\u00e1rio sensibilizar os pais para os danos que s\u00e3o provocados nas crian\u00e7as pelo facto de serem expostos ao conflito parental, ou ao afastamento injustificado de um dos progenitores e, em algumas situa\u00e7\u00f5es, at\u00e9 mesmo muni-los de informa\u00e7\u00e3o e estrat\u00e9gias para que aprendam a fazer diferente. Quando n\u00e3o h\u00e1 capacidade de insight, nem potencial de mudan\u00e7a, o que h\u00e1 a fazer \u00e9 afastar a crian\u00e7a do agressor ou tornar os conv\u00edvios com esse progenitor mais controlados e supervisionados. Mas como ser\u00e1 de imaginar, estamos perante situa\u00e7\u00f5es complexas e para as quais n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00f5es perfeitas. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fez tamb\u00e9m recentemente uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em direito do trabalho. O que a levou a tomar essa decis\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde logo, porque gosto mesmo de estudar o Direito e se tivesse mais tempo dispon\u00edvel, mais p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es faria, at\u00e9 porque \u00e9 muito importante mantermos os nossos conhecimentos atualizados. Mas neste caso em particular, foi especialmente porque a \u00e1rea do direito do trabalho teve uma grande expans\u00e3o no escrit\u00f3rio e eu quis atualizar e aprofundar os meus conhecimentos nesta \u00e1rea.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"456\" height=\"684\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/030.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12011\" style=\"width:335px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/030.jpg 456w, http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/030-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Celebr\u00e1mos este m\u00eas o Dia do Trabalhador, acha que a legisla\u00e7\u00e3o portuguesa protege os direitos dos trabalhadores?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Eu acho que, em geral, protege. Talvez as \u00e1reas sens\u00edveis continuem a ser as associadas \u00e0 parentalidade e \u00e0 concilia\u00e7\u00e3o da vida pessoal com a vida profissional, mas ao longo dos anos t\u00eam vindo a ser dados passos importantes no sentido de cautelar esses direitos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O dia 19 de maio celebra o Dia do Advogado, uma efem\u00e9ride que pretende real\u00e7ar e valorizar o papel do advogado. Na sua \u00f3tica, qual a import\u00e2ncia do Advogado na sociedade contempor\u00e2nea? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O papel do advogado \u00e9, e sempre ser\u00e1, fundamental e insubstitu\u00edvel. O advogado \u00e9 o primeiro garante dos direitos, liberdades e garantias dos cidad\u00e3os. E o recurso ao aconselhamento jur\u00eddico de um advogado deve ser, desde logo, preventivo. As pessoas devem, cada vez mais, fazer uso da advocacia preventiva, procurando a ajuda de um advogado antecipadamente, para evitar que surja um problema. Qualquer contrato deve ser feito ou, pelo menos, revisto, por um advogado, tal como qualquer interpela\u00e7\u00e3o para cumprimento de uma obriga\u00e7\u00e3o, por exemplo. At\u00e9 mesmo antes de casar as pessoas deveriam aconselhar-se com um advogado, pois a escolha do regime de bens n\u00e3o \u00e9 algo de somenos import\u00e2ncia e acredito que muitas vezes as pessoas n\u00e3o t\u00eam total perce\u00e7\u00e3o das consequ\u00eancias da escolha que fazem ou das op\u00e7\u00f5es que teriam \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infelizmente, na \u00e1rea da advocacia, as mulheres n\u00e3o t\u00eam ainda o mesmo tipo de direitos que as outras mulheres no mundo do trabalho. Qual o coment\u00e1rio que esta disparidade lhe merece?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os anos passam, os governos passam e esse \u00e9 um tema em que ningu\u00e9m quer tocar. As advogadas portuguesas n\u00e3o t\u00eam direitos sociais b\u00e1sicos como a prote\u00e7\u00e3o na maternidade, assist\u00eancia \u00e0 fam\u00edlia, prote\u00e7\u00e3o na doen\u00e7a, ou outros. A nossa caixa de previd\u00eancia privada, a CPAS, para as qual n\u00f3s (e os solicitadores) somos obrigados a descontar, n\u00e3o nos garante os mesmos direitos sociais que t\u00eam os demais trabalhadores independentes. E n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 qualquer solu\u00e7\u00e3o para este problema, como o mesmo nem sequer est\u00e1 na agenda de governo nenhum. \u00c9 incompreens\u00edvel.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"456\" height=\"684\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/017.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12010\" style=\"width:302px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/017.jpg 456w, http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/017-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Na sua \u00f3tica, quais os principais desafios que a justi\u00e7a em Portugal enfrenta? A morosidade da justi\u00e7a \u00e9 um dos principais desafios a combater? Como faz\u00ea-lo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A morosidade da justi\u00e7a \u00e9 um problema grave e que acaba por p\u00f4r em causa o acesso efetivo \u00e0 justi\u00e7a porque uma justi\u00e7a que n\u00e3o se concretiza em tempo \u00fatil acaba por ficar aqu\u00e9m do seu prop\u00f3sito. Com certeza que haver\u00e1 quem, com conhecimento profundo do sistema, consiga avaliar como resolver este problema melhor do que eu. Mas, do que eu consigo observar atrav\u00e9s da minha pr\u00e1tica do dia a dia, o principal problema \u00e9 a falta meios. Seriam precisos mais magistrados, mais funcion\u00e1rios judiciais e mais, e melhores, condi\u00e7\u00f5es em geral, para que os processos fossem tramitados num tempo mais razo\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tendo em conta a exig\u00eancia da sua \u00e1rea, como consegue encontrar o equil\u00edbrio entre a vida profissional e pessoal?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O equil\u00edbrio vai-se conseguindo atrav\u00e9s de muitos desequil\u00edbrios. Por vezes a balan\u00e7a tem de pesar mais para o trabalho, por vezes tem de pender mais para a fam\u00edlia. Penso que n\u00e3o haver\u00e1 outra forma de conseguir faz\u00ea-lo. O que n\u00e3o vale a pena \u00e9 acharmos que conseguimos estar a toda a hora em todo o lado, porque nesse caso acabaremos mais cansados e frustrados. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais as metas que gostaria de alcan\u00e7ar profissionalmente? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O meu objetivo \u00e9 manter tudo o que tenho, que j\u00e1 \u00e9 bastante e que me deixa realizada e feliz.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.claudeteteixeira.com\">www.claudeteteixeira.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"418\" height=\"120\" src=\"https:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/images-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-12009\" style=\"width:341px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/images-2.png 418w, http:\/\/maismagazine.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/images-2-300x86.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 418px) 100vw, 418px\" \/><\/figure><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chegou a Portugal sem nada e construiu o sucesso do zero, abrindo o seu pr\u00f3prio escrit\u00f3rio de advogados. 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